eu não vou mentir que tomei preguiça desse lance de blog. só que as coisas deram uma volta 180°, toda uma fase boa e achei válido enumerar [não que eu vá esquecer, é só para tomar consciência mesmo].
parei de roer as unhas, não voltei a engordar, voltei a trabalhar, me rematriculei em letras e volto esse semestre, encerrei toda a grade de jornalismo e agora só falta a monografia, consegui achar dois sapatos lindos [porque se eu dependesse das sapatarias de natal eu passaria o resto da vida revezando all star e havaiana] e vi outro show do pato fu <3
até que estou gostando do segundo semestre.
(:
21 agosto 2008
17 agosto 2008
03 agosto 2008
uns dias atrás, até, eu poderia, ainda, pedir para você me salvar deste nada que sinto agora. mas o tempo... e depois de atravessar o caminho dos apaixonados, tendo passado o cruel de revê-la e, enfim, notar que você não é incrível, ocorre-me uma sensação ridícula, de que eu é que te fiz mal. poderia mesmo, se você não fosse surda, ligar para pedir desculpas. acho, contudo, que o melhor é não insistir mais nesse chicletinho. pensar em você é tão enfadonho que renuncio. que liberto-a de mim.
- fernanda young [em efeito urano]
22 julho 2008
17 julho 2008
14 julho 2008
aí estou eu linda ouvindo tom bloch enquanto espero uma nota sair no sistema acadêmico da ufrn e o pedro canta "deixou pelo caminho ferro e pashmina". what the hell is pashmina néam?
fui googlar, óbvio. e descobri esse site maravilhoso explicando não apenas o que é pashmina como também ensinando a diferenciar entre ela e cashmere.
"a diferença se deve ao fato de apenas o sub-pêlo da barriga das cabras selvagens serem [sic] usados para a produção da pashmina. já o cashmere aproveita o pêlo das cabras na sua totalidade."
eu dei uma gargalhada tão grande com isso.
só conseguia pensar na sheila do terça insana...
vamoesquiar?
10 julho 2008
06 julho 2008
04 julho 2008
esses dias bateu uma saudade de ser adolescente. de não ficar só bebendo e reclamando. saudade de jogos de tabuleiro, de mímica, de ficar largada em colchões com mil pessoas vendo filme. acho que é saudade da leveza que existia em tudo isso.
porque eu tenho muito pouco de adulta. e gosto de manter o cuidado com os detalhes. mas parece que algo foi se perdendo lentamente. lembro de mim mais doce, vejo que agora me irrito com mais facilidade.
me lembrei agora de um dia em 2007 quando no meio da tarde, sentada numa mesa de bar, tive que ouvir que minha forma de levar a vida era imatura, que eu me fechava à muitas coisas, que estar na comunidade "i.m ok with being unimpressive" era idiota.
sendo que eu acredito na teoria do 'cada um no seu quadrado'. eu sou absolutamente comum e isso não me perturba. não vejo sentido em stand out from the crowd. não preciso de aprovação. não preciso do reconhecimento alheio para validar alguma coisa.
ao mesmo tempo, não nego que tenho pontos a melhorar. uma de minhas metas para 2008 é ser menos xiita. e eu tento, estou sempre tentando. não pelos outros, mas para tentar manter a tal leveza do primeiro parágrafo.








